terça-feira, novembro 14, 2006


És meu amigo

És meu amigo
És o meu confidente
És o meu sorriso
És uma estrela cadente

És o meu conforto
És o meu norte
És o meu equilíbrio
És a minha sorte

És o meu parceiro
És minha felicidade
És a minha alegria
És razão da saudade

És a minha força
És minha estrela polar
És o meu companheiro
És o que eu desejar

És minha lanterna
És o meu luar
És o meu farol
És sol a brilhar

És o meu consolo
És tábua de salvação
És o meu ombro
És minha outra mão!

És meu anjo da guarda
És luz que me ilumina
És minha referência
E quem me fascina
Obrigada por existires
E seres tão especial
E também por permitires
Que seja um amigo igual!

Tem regado as flores do seu jardim?

Certo dia encontrei
Um personagem singular
Que falou de um jardim
Que todos temos de regar
“As flores que lá plantares
Crescem sempre sem parar
Mas se as esqueces e abandonas
Definham até murchar
Um jardim maravilhoso
Que tem cores de encantar
Tem tudo o que queremos
Nesta vida recordar
Os teus amigos e família
São canteiros de jasmim
Teus amores são arbustos
De cheiro como alecrim
Se semeares um novo amigo
E o tratares com amor
Logo, logo se revela
Numa linda e bela flor
Tuas paixões são margaridas
Que caem com a estação
Mas amores são trepadeiras
Que se espalham sem razão
Há ainda violetas,
Girassóis, uma gerbera
Um jardim repleto e lindo
Dia a dia á tua espera!
Quando estiveres triste
Refúgio e porto de abrigo
Quando estiveres feliz
Numa flor tens um amigo
Rega todas com carinho
Com amor e dedicação
É o teu jardim perfeito
Que te enche o coração!”

Corri atrás do tempo
Corri atrás do tempo
Mas ele não me esperou
Não olhou para trás
Nem tão pouco abrandou
Corri com todas as forças
E chamei para que esperasse
Mas o tempo não ouviu
Por mais alto que gritasse

Supliquei que abrandasse
Que esperasse só um momento
Mas o tempo não parou
E correu mais do que o vento
Numa alucinante corrida
Tentei então acompanhar
Mas por mais que me esforçasse
Nem perto pude chegar
Desesperei e resisti
Por não conseguir alcançar
O tempo que tanto corre
E que queria recuperar
Por fim e já sem coragem
Rendida pude então ver
Que o tempo não para nunca
E que parar é morrer!